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quarta-feira, 15 de julho de 2020

97 O ANO DA MUDANÇA

EM 1997 FOI ASSIM:

Entenda o conflito em Minas Gerais

- Desde março o comando da PM sabia da insatisfação dos praças com os baixos salários. Relatórios foram elaborados pelos comandantes das unidades em BH e enviados para o Comando Geral. O governador Eduardo Azeredo sabia dos riscos

- 6 de junho: O governo anuncia o reajuste dos oficiais, entre 10% e 20%. Os praças não tiveram nenhum reajuste

- 11 de junho: PMs demonstram insatisfação com os salários e com os riscos a que estão expostos no enterro do cabo Glendyson Hércules de Moura Costa, 31, baleado por assaltantes

- 12 de junho: Inicia-se a greve em pelo menos quatro batalhões. Os PMs paralisaram o policiamento ostensivo. Registram as ocorrências, mas não dão sequência a elas. O Comando Geral nega a existência de greve.

- 13 de junho: 400 policiais fazem passeata em BH. O governo abre negociações e diz que já pediu aprovação à Assembléia Legislativa para dar aumento para os policiais por meio de decreto. Azeredo adia viagem à Europa

-15 de junho: Azeredo considera a crise contornada e viaja para a Europa em missão comercial

-16 de junho: O Comando da PM divulga nota afirmando que vai apurar os fatos, mas que não vai haver punição aos grevistas e manifestantes

-18 de junho: O comandante da PM mineira, coronel Antônio Carlos dos Santos, diz que promoverá mudanças internas no comando da PM, se continuar no cargo. Ele reconhece que a crise era previsível e que houve falha de comunicação com a tropa para explicar o reajuste dos oficiais

-21 de junho: Azeredo retorna da Europa, anuncia o abono fixo de R$ 102 para os praças da PM e detetives da Polícia Civil. Caem também dois oficiais do Comando Geral (Estado Maior e CPC -Comando de Policiamento da Capital)

-22 de junho: O novo comandante do CPC, coronel Edgar Eleotério Cardoso, destitui o comando do Batalhão de Choque

-24 de junho: Em assembléia, praças rejeitam a proposta do abono e saem em passeata. Encontram-se com mil detetives da Polícia Civil e, já com cerca de 5.000 manifestantes de vários batalhões, seguem até o Palácio do Governo e o Copom. Os manifestantes tentam invadir o Copom (Comando da Polícia Militar). O cabo Valério dos Santos Oliveira é atingido na cabeça por uma bala. O Exército ocupa o Palácio da Liberdade e fica de prontidão. O governo reabre negociações.

-25 de junho: Policiais dos batalhões de Choque e de Trânsito não saem às ruas. Chegam a BH três blindados do Exército. Representantes dos policiais se reúnem com o alto comando da PM, e o governo promete apresentar nova proposta no dia seguinte. Policiais de outras cidades mineiras fazem manifestações. Suspeito de ter ferido o cabo no dia da revolta se apresenta e é preso

-26 de junho: O policiamento começa a voltar ao normal em BH. Depois de nova reunião de negociações, o governador Eduardo Azeredo anuncia reajuste salarial de 48,2% para soldados, cabos, sargentos e subtenentes da PM e para detetives da Polícia Civil

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Fonte:  FOLHA SP



































movimento pm



   REPORTAGEM DO JORNAL HOJE EM DIA DE 17 DE JULHO DE 2017

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

GUERRA EM MINAS GERAIS




Belo Horizonte (MG) – O 12º Batalhão de Infantaria e a Polícia Militar de Minas Gerais reverenciaram, neste dia 5 de outubro, os heróis que tombaram durante a Revolução de 1930, na Capital mineira.
Uma cerimônia militar, presidida pelo General de Divisão Henrique Martins Nolasco Sobrinho, Comandante da 4ª Região Militar (4ª RM), e com as presenças do Comandante da Academia de Polícia Militar de Minas Gerais, Coronel PMMG Robson José de Queiróz, e convidados, relembrou a atitude heroica dos militares da época, tanto do 12º Regimento de Infantaria, quanto da Força Pública Mineira, que, no mais profundo sentimento de cumprimento do dever, disciplina, espírito de sacrifício e, acima de tudo, fé no juramento, foram colocados em trincheiras opostas.
De ambos os lados, jovens mineiros, trazendo de seus lares amor à sua terra e às suas tradições, foram compelidos a lutar uns contra os outros na defesa equivocada de ideais que não eram seus, pois a carreira das armas só deve conhecer o caminho do dever, sem simpatias políticas.
Foram seis dias de hostilidades, com fogo impiedoso de armas automáticas cortando o céu entre os postos de combate das duas instituições. Todos ocupados por mineiros, irmãos, que tinham os mesmos sonhos, mas que, naquele momento, com a razão sequestrada pelo calor dos acontecimentos e dedicados, cada um, ao cumprimento da sua missão, só se viam como inimigos.
O embate sangrento deixou mortos e feridos dos dois lados, levou terror à população da região central de Belo Horizonte, também com mortes de civis, destruição de imóveis e obrigando moradores a abandonarem seus lares.
O custo do trágico episódio vivido pelos filhos de Minas e do Brasil não mudou decisivamente o curso da Revolução, mas permitiu concluir, após 87 anos, que o confronto ambientado nas Minas Gerais foi, além de uma história de sangue, uma história de honra e de sacrifício.
Materializando a homenagem, foi colocada uma corbelha de flores no mastro do pavilhão nacional do Batalhão. Conhecido como “Mastro Crivado de Balas”, em 1930 tratava-se de um poste de iluminação localizado à entrada do Regimento. Hoje, com forte simbolismo, o mastro representa o ato de heroísmo daqueles que defenderam os ideais: Dever, Lealdade e Sacrifício.

Tex

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

SARGENTO BARBOSA



EXCELENTE MATÉRIA! 
ta ai a declaração de quem conheceu a Polícia  Militar de tempos atrás. Sabe como era difícil promover a segurança pública.

Fala dos seus sentimentos, do amor pela profissão, da vontade de proteger o cidadão.




FILHO DE MINAS

Resultado de imagem para sargento

segunda-feira, 8 de julho de 2019

244 ANOS. ANTES E ATUALMENTE



Filhos de minas,
Erguendo a voz,
Anos após
Anos, lutaram
Pelas doutrinas
Que eles sonharam.
Rememoremos
Os sacrifícios
Desses patrícios
Desassombrados.
Fortes marchemos,
Eia, soldados!
Os passos desses heróis são faróis
Que segurança nos dão
E razão,
(nós) seguiremos e cada vez mais
Paz queremos em minas gerais.

De iguais misteres,
Com a mesma história,
Somos a glória,
Os descendentes
Do bravo alferes,
O tiradentes.
No sangue temos
A nobre herança,
Toda a pujança
Dos conjurados.
Fortes marchemos,
Eia, soldados!
Os passos desses heróis
São faróis
Que segurança nos dão
E razão,
(nós) seguiremos
E cada vez mais
Paz queremos em minas gerais.

Somos a aurora,
Rútila chama,
Luz que derrama
Felicidade,
Brados de outrora,
Paz , liberdade.
Por isso honremos
Nossos varões,
Pelas ações
Já consagrados.
Fortes marchemos,
Eia, soldados!
Os passos desses heróis são faróis
Que segurança nos dão
E razão,
(nós) seguiremos
E cada vez mais
Paz queremos em minas gerais.

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